Publicado por: Iana Chan em: 08/10/2011
No rio escuro e revoltoso pela corrente, milhares de pontinhos verdes faziam brilhar. Os vaga-lumes afogaram-se. Pena.
Logo ali na margem, uma fileira de coelhos assistia a cena hipnotizante, os olhos brancos cintilavam na noite. Mas quando acenderam a luz tudo havia sumido, só restara o rio já quase transparente e em seu fundo pequenos filetes de um líquido espesso e negro – que vertia de pequenas rachaduras.
(achei-o perdido nas folhas brancas de um bloco torto e comercial)